RÁDIO CULTURA FM - 87.9 MHZ

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Recomeçar do zero


Você já quis ter uma borracha especial para apagar algo que fez, que aconteceu, algo que doeu tão fundo ou teve conseqüências tão graves que você daria tudo para voltar atrás e recomeçar?
Há muitos que dariam tudo na vida para recomeçar do zero, ter uma nova oportunidade para agir diferente, tomar outras decisões, fazer diferentes escolhas. E eu sei que muita gente já recomeçou uma nova vida, já deu uma volta importante que fezcom que os caminhos mudassem de direção e isso sempre é possível.
Mas não é possível recomeçar do zero. Recomeçar do zero não existe! Não existe fingir que não houve um passado e não estar ligado a ele de alguma forma. Não existe zerar o coração, nem as emoções, mesmo se passássemos nosso tempo voltando os ponteiros do relógio.
A verdade é que se pudéssemos recomeçar do zero, numa amnésia existencial, cometeríamos erros novamente, choraríamos de novo... porque não traríamos conosco essa carga de experiência que carregamos hoje, que às vezes até pesa, mas é nossa e isso não podemos negar, nem renunciar.
E é melhor assim: acreditar que tudo o que fizemos valeu de alguma forma. Erramos? Sim, e daí? Aquilo que reconhecemos como erro não faremos novamente e cada vez que tropeçamos e aprendemos com isso, colocamos algo mais na nossa bagagem da vida.
Lamentar por algo que não se teve? Que perda de tempo! As lamentações pelo que não fizemos não acrescenta nada na nossa vida. Precisamos viver de coisas concretas, do que realizamos, do que tivemos, mesmo se as perdemos.
Quem nos julga deveria julgar-se primeiro.
Ninguém é de todo bom e de todo mal. Não existem pessoas melhores que as outras, apenas as que ainda querem aprender e as que já perderam a esperança. Quem não chora por fora, chora por dentro, a diferença é que nesse caso ninguém percebe.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O Bombeiro


O Bombeiro
A mãe parou ao lado do leito de seu filhinho de 6 anos,que estava doente de  leucemia. Como qualquer outra mãe,  ela gostaria que ele crescesse  realizasse seus  sonhos.

Agora, isso não seria mais  possível, por causa de uma   leucemia terminal. Junto dele  tomou-lhe a mão e perguntou:
 - Filho, você alguma vez já pensou o que gostaria de   ser quando  crescesse?
- Mamãe, eu sempre quis  ser um bombeiro! A mãe sorriu e  disse:
- Vamos ver o que podemos  fazer.

Mais tarde, naquele mesmo  dia, ela foi ao Corpo de   Bombeiros local e contou ao Chefe  dos Bombeiros a   situação de seu  filho e perguntou se seria Possível o garoto dar uma volta no carro dos
bombeiros, em torno   do quarteirão.

O Chefe dos bombeiros, comovido, disse:
- NÓS PODEMOS FAZER  MAIS QUE ISSO ! Se você estiver  com   o  seu filho pronto às sete horas da manhã, daqui a uma   semana, nós faremos  um bombeiro honorário, por todo o  dia. Ele poderá ir para o quartel,  comer conosco e sair para   atender  às chamada incêndio.

E se você nos deras medidas dele, nós conseguiremos um  uniforme completo:   chapéu com o emblema de nosso  batalhão, casaco amarelo   igual ao  que vestimos botas  também. Uma semana depois, o bombeiro-chefe pegou o garoto,   vestiu-lhe o uniforme de bombeiro e o escoltou do  leito   do hospital até caminhão de bombeiros.

O menino ficou   sentado na parte de  trás do caminhão, e foi até o quartel central. Parecia-lhe estar no céu... Ocorreram três chamadas  naquele dia na cidade e o garoto   acompanhou todos as três. Em cada chamada, ele foi em veículos diferentes:no tanque, na van dos paramédicos e até no carro especial  do chefe dos bombeiros.

Todo o amor e atenção que  foram dispensados ao menino   acabaram comovendo-o tão profundamente,que ele viveu   três  meses a mais que o  previsto. Uma noite, todas as suas  funções vitais começaram a cair   dramaticamente e a mãe decidiu  chamar ao hospital, toda   família.

Então, ela lembrou a emoção  que o garoto tinha passado   como um bombeiro, e pediu à  enfermeira que ligasse para   chefe  da corporação, e perguntou se seria  possível   enviar um bombeiro para  o hospital, naquele momento trágico,  para ficar com o menino.
O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
Nós estaremos aí em cinco minutos.
Mas faça-me um favor.
Quando você ouvir as sirenes  e vir as luzes de nossos   carros,avise no sistema de som que  não se trata de um   incêndio apenas o corpo de bombeiros vindo  visitar  mais uma vez,um de seus  mais distintos  integrantes.

E também poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado! Cinco minutos depois, uma  van e um caminhão com escada chegaram no hospital. Estenderam a escada até andar onde  garoto estava, e 16 bombeiros  subiram.

Com a permissão da mãe,  eles o abraçaram,seguraram, e   disseram que o amavam. Com voz  fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe, eu sou mesmo um  bombeiro?
- Sim, você é um dos melhores - disse ele.
Com estas  palavras, o menino sorriu e fechou seus olhos para sempre.

E você, diante do  pedido de seus pais, irmãos, filhos  parentes e amigos, o que vem fazendo? Comprometa-se e diga sempre:
EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO.
Esta mensagem não deve ficar  arquivada!
Absorva-a e depois encaminhe para os seus amigos!
Se é para arquivar, que seja no coração de Cada um de NÓS!

"A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos"

Deus te  abençoe!!!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Serapião



Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de  Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito  com sobras de comida dos mais abastados. Quando suas  roupas estavam  imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma  caridosa.
Mudava a  apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era  conhecido como um  homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e  até a identidade.Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo,mesmo quando não havia  recebido nem um pouco  de comida. Dizia sempre que Deus  lhe daria um pouco  na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava,  alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com  reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e  ficava a esperar por mais um pouco.Não tinha onde  dormir, onde anoiteciam,  lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o  mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no  horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida  vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um  futuro promissor.
Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas  fui bater um papo  com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que  Serapião, não sabia.  Dizia não ter idéia, pois se  encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou: Nossa amizade começou com um pedaço de pão, ele parecia estar faminto e eu  lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu,  abanando o rabo, e daí,  não me largou mais.
Ele me ajuda muito e eu retribuo  essa ajuda sempre que  posso. Curioso perguntei:  Como vocês se ajudam?  Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele  late ataca.  Também quando ele dorme, eu fico vigiando  para que outro  cachorro não o incomode.  Continuando a conversa, perguntei: Serapião, você tem algum desejo na vida? Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles  que a Zezé vende ali na esquina. Só isso? Indaguei.
É, no momento é só isso que eu desejo.  Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.  Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a  dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com  os temperos.  Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser  a salsicha o melhor pedaço, não contive e perguntei intrigado:Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha?  Ele com a boca cheia respondeu:  Para o melhor amigo, o melhor pedaço!  E continuou comendo, alegre e satisfeito.
Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando... Aprendi como é bom ter amigos.  Pessoas em que possamos  confiar.  Por outro  lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de  ser reconhecido como  tal.  Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
"PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO" Espero que sejamos mais um Serapião.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Se não houver amanhã



Sabe, eu que costumava deixar muitas coisas para amanhã, resolvi lhe dizer, hoje, o quanto você é importante para mim, porque quando acordei pela manhã, uma pergunta ressoava na acústica de minha alma: “e se não houver amanhã?”

Então hoje eu quero me deter um pouco mais ao seu lado, ouvir suas idéias com mais atenção, observar seus gestos mais singelos, decorar o tom da sua voz, seu jeito de andar, de correr, de abraçar.

Porque... se não houver amanhã... eu quero saber qual é sua comida preferida, a música que você mais gosta, a sua cor predileta... Hoje eu vou observar seu olhar, descobrir seus desejos, seus anseios, seus sonhos mais secretos e tentar realizá-los.

Porque, se não houver amanhã... Eu quero ter gravado em minha retina o seu sorriso, seu jeito de ser, suas manias... Hoje eu q
uero fazer uma prece ao seu lado, descobrir com você essa magia que lhe traz tanta serenidade, quero subir aos céus com você, pelos fios invisíveis da oração.

Hoje eu vou me sentar com você na relva macia, ouvir a melodia dos pássaros e sentir a brisa acariciando meu rosto, colado ao seu, em silêncio... E sem pressa.

Hoje eu vou lhe pedir por favor, agradecer, me desculpar, pedir perdão, se for necessário. Sabe, eu sempre deixei todas essas coisas para amanhã, mas o amanhã é apenas uma promessa...
o hoje é presente. Assim, se não houver amanhã eu quero descobrir hoje qual é a flor que você mais gosta e lhe ofertar um belo ramalhete.

Quero conhecer seus receios, lhe aconchegar em meus braços e lhe transmitir confiança... Hoje, quando você for se afastar de mim, vou segurar suas mãos e pedir para que fique um pouco mais ao meu lado.

Sabe, eu sempre costumo deixar as palavras gentis para dizer amanhã, carinhos para fazer amanhã, muita atenção para prestar amanhã, mas o amanhã talvez não nos encontre juntos.

Eu sei que
muitas pessoas sofrem quando um ser amado embarca no trem da vida e parte sem que tenham chance de dizer o que sentem, e sei também que isso é motivo de muito remorso e sofrimento.

Por isso eu não quero deixar nada para amanhã, pois se o amanhã chegar e não nos encontrar juntos,
você saberá tudo o que sinto por você e saberei também o que você sente por mim. Nada ficará pendente...

Quero registrar na minha alma cada gesto seu.

Quero gravar em meu ser, para sempre, o seu sorriso, pois se a vida nos levar por caminhos diferentes eu terei você comigo, mesmo estando temporariamente separados.

Sabe, eu não sei se o amanhã chegará para nós, mas sei que hoje, hoje eu posso dizer a você o quanto você é importante para mim.

Seja você meu filho, minha filha, meu esposo ou esposa, um amigo talvez,
você vai saber hoje, o quanto é importante para mim... Porque, se não houver amanhã...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Todo Mundo Erra



Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: "todo mundo erra!". Essa afirmativa está correta, porque a Terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre. Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição. Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que "todo mundo erra", porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias? Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?

Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer
, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.

Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm. Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não temos a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão. E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?
Um dia eu vou...

Você alguma vez se pegou dizendo:
“Um dia vou escrever um livro... ou viajar pelo mundo, compor uma sinfonia...”, ou qualquer outra coisa do gênero? Não foi só você que fez isso.

Quase todos nós fantasiamos sobre algo que gostaríamos de fazer um dia. Uns gostariam apenas de ter mais tempo para dedicar à família ou aos amigos; outros de trabalhar em algo diferente, ou desenvolver um hobby, um talento. Seja como for que você complete a frase

um dia eu vou...”- saiba que os sonhos e sentimentos a respeito do que gostaria de fazer são pistas importantes para a identificação do que realmente é mais importante para você.

E se é importante, comece desde já... Lembre-se, a cada manhã, quando o despertador toca, você tem uma nova oportunidade de fazer o que quer com as horas à sua frente.
Diariamente você recebe uma lousa nova, sem nada escrito. Você pode ter 10, 20, 30, 50 anos de vida pela frente; e como você vai usar esse tempo?

O que você vai fazer com o resto da sua vida? Vai continuar a se enganar, achando que algum dia terá tempo para fazer alguma das coisas que realmente são importantes para você?
Na verdade, isso nunca acontecerá, a menos que você decida que esse tempo é hoje.

A
verdadeira realização na vida acontece quando respondemos com honestidade às seguintes perguntas: - o que é mais importante para mim?, - o que eu gostaria verdadeiramente de realizar?, - que legado eu gostaria de deixar?

O desafio é descobrir o que queremos, o que gostaríamos de fazer e, então, começar a trabalhar diariamente para realizar nossos desejos. Não importa se temos, 20, 35, 50, 75 anos, ou mais.
O que precisamos fazer é decidir quando vamos começar a trabalhar para conseguir o que queremos.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

No céu

Era uma vez, num certo lugar, num tempo imaginário, um senhor muito rico e muito maldoso. Era rico e esbanjava dinheiro com luxo e conforto para ele, mas seus empregados eram desprezados, e quase não tinham salário.

O que eles ganhavam mal dava para comer.
Para o rico não faltava nada. Ele era muito bem vestido, comia do bom e do melhor. Fazia grandes festas, e seus funcionários passavam muitas necessidades.
Sebastião era o mais miserável e mal tratado daquela casa. Toda raiva do patrão era descontada no coitado do Sebastião.

No frio Sebastião tremia porque não tinha blusa. Vivia sempre com fome. Só comia os restos que seriam jogados para o cachorro. Um dia o patrão morreu e foi para o céu. Chegando lá vestiram o patrão com uma roupa muito bonita, e começaram a passar muitos doces na sua roupa.

Era uma maravilha de se ver. Aqueles doces apetitosos, caldas de caramelo escorrendo, chocolates de todas as espécies, tudo passado na roupa do patrão. Um dia depois morreu o Sebastião, que era empregado, e também foi para o céu.

Chegando lá deram uma roupa muito velha e suja para o pobre Sebastião, e ainda por cima começaram a colocar barro, estrume de animais e humanos. O rico estava todo orgulhoso de suas novas roupas, e o Sebastião continuava triste mas calado.
Os outros habitantes do céu estavam indignados com tamanha injustiça.

Onde já se viu, o rico que sempre aproveitou a vida e fez todo tipo de maldade estava bem vestido e cheiroso, enquanto o Sebastião que sempre foi humilde e humilhado estava todo sujo e fedido.
Ouviu-se um sinal e todos se reuniram numa grande sala.
O rico foi chamado e colocado num lugar de destaque bem na frente de todas as pessoas, de forma que todos podiam vê-lo.
Logo em seguida o Sebastião também foi chamado e colocado ao lado do rico.

Uma voz muito forte ressoou e mandou que o rico fosse lambendo a roupa do Sebastião e que o Sebastião fosse lambendo a roupa do rico. A partir daí ninguém mais achou que era injustiça.